San Andrés é um paraíso que vive essencialmente do turismo. Mesmo pequena e isolada, a ilha recebe milhões de turistas por ano. Esses fatores levam a alguns problemas, como a criação de passeios estúpidos e armadilhas para turistas. Apesar de existir muito o que fazer em San Andrés, a ilha também tem atividades que eu não valem a pena.

Pelo bem da natureza, da preservação da ilha e do seu bolso, veja o que evitar em San Andrés. Tem um passeio, cuidados com agência de turismo e dicas relacionadas ao planejamento da viagem. Aliás, recomendo que leia também o post: 15 importantes dicas de viagem para a Colômbia.

1. Alisar arraias

Tem um passeio muito vendido na ilha que se chama Manta Raias. Basicamente, o turista paga para perseguir e maltratar arraias. Um funcionário pega esse incrível animal marinho e o coloca nos braços do turista, que pode passar a mão nele. Você gostaria que alguém afogasse você no mar para ser alisado por peixes? Então. Melhor não torturar arraias.

2. Reservar e alugar carros de golfe com agências de turismo

A forma mais legal de dar a famosa volta em San Andrés é nos carrinhos de golfe. Eles podem ser alugados em várias lojas. A maioria fica no início da praia principal, perto do Decameron Los Delfines. Alugue direto com as garagens. Assim você pode analisar os carros e tentar um desconto. Eu cometi a bobeira de alugar numa agência de turismo. Quando reservei, me mostraram um carro lindo na porta da loja. No dia seguinte, me levaram o carro mais velho da ilha. A não ser que a ilha esteja lotada, o que acontece mais no início de janeiro, não precisa reservar. Tem carrinhos de golfe de sobra na ilha. Paguei o preço de 180 mil COP no carro dito mais potente. Se pechinchar, pode conseguir até por 150 mil COP.

3. Embarcar sem dinheiro vivo

Como falei aqui, existe uma taxa de turismo em San Andrés que deve ser paga antes de embarcar. Atualmente são 109 mil COP. Dependendo do aeroporto, a valor pode ser pago apenas em Pesos Colombianos em papel moeda.

E como tem muitos hotéis, restaurantes e agências de turismo que não aceitam cartão de crédito, é importante ter dinheiro o suficiente. De preferência Pesos Colombianos. Dólares também são aceitos em muitos lugares, embora a taxa de conversão não valha a pena. Diferente de Cartagena, que tem uma casa de câmbio em cada esquina, em San Andrés é complicado trocar dinheiro. Se chegar apenas com Reais ou Dólares, melhor trocar no aeroporto mesmo. Ou você pode ter que sacar depois, o que sai muito mais caro, como expliquei aqui nesse texto sobre câmbio na Colômbia.

4. Chegar sem reserva de hotel ou pousada

Enquanto outras ilhas do Caribe são famosas pelos hotéis incríveis, San Andrés de destaca pelo péssimo custo-benefício em hospedagem. E o melhor jeito de fazer valer o seu dinheiro, é olhar muitos fotos e ler as opiniões de outros hóspedes nos sites de reserva, tipo Booking. Assim você não tem muitas surpresas. Se deixar para procurar hotel quando chegar, vai ficar refém dos preços mais altos de balcão e pode entrar em alguma furada. Além do que, é impossível caminhar sob o sol da tarde em San Andrés.

5. Comprar chip de celular

Em São Andrés o sinal de internet móvel é péssimo. Não peguei 3G ou 4G em nenhum local da ilha, nem mesmo no centrinho turístico. Nem mensagem de texto pelo Whatsapp eu consegui enviar. Fui com o pacote Claro Américas, que funcionou muito bem em Cartagena e Bogotá, mas em San Andrés foi essa decepção. Então, se vai apenas para San Andrés e tá pensando em comprar um chip internacional, saiba que provavelmente não vai adiantar nada.

6. Viajar sem seguro viagem

Vai pra uma ilha no meio do nada, cheia de comidas exóticas, ouriços e passeios de barco, e não vai fazer seguro viagem? Melhor mudar de ideia. Principalmente se você gosta de ostra, camarão e outras iguarias campeãs de intoxicação alimentar. Aproveite que tem seguros muito baratos para a Colômbia. Pra minha viagem de 15 dias, paguei apenas R$ 83 num seguro básico. Entenda aqui mais detalhes sobre seguro viagem. E quando for comprar, fique ligado nesses cupons de desconto em seguros que eu selecionei.

7. Viajar na época errada

No segundo semestre, entre julho e novembro, é quando mais chove em San Andrés. A ilha não está na, digamos, rota oficial de furacões. Mas, se rolar algum no Caribe, a chance de temporais é grande. De acordo com dados históricos do clima da ilha, setembro é a pior época. Claro que, em todos os meses do ano, é possível ter lindos dias de sol. De qualquer forma, é importante planejar a época do viagem e ficar de olho na previsão do tempo.

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